Preparando a Geração Z para o mundo
  • Falando com a barriga

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    16/04/2010Gravidez

    O Boing Boing publicou um artigo sobre a vida intra-uterina dos bebês. Descobri que o primeiro sentido a se desenvolver é o tato. Depois, a gustação e o olfato. A audição é o quarto sentido a se desenvolver e a visão, o quinto. O exercício dos sentidos é importante na gestação, porque desenvolve a rede neural necessária para levar estímulos dos receptores até o cérebro — e para desenvolver o próprio cérebro.

    Conforme algumas pesquisas, os bebês reconhecem a voz da mãe após o nascimento. Parece inclusive que podem distinguir linguagens, ou ao menos famílias de linguagens, preferindo a língua nativa dos pais. Alguns psicólogos afirmam até mesmo que os bebês identificam frases de livros lidos em voz alta pelos pais enquanto se encontravam no útero, mas aí já fica difícil de acreditar.

    Uma das nossas maiores surpresas é ver o quanto os bebês se movimentam no útero. Imaginávamos que sentiríamos um chutezinho aqui e outro ali — com sorte, um por dia. Foi uma surpresa perceber que a cada minuto se pode sentir um movimento da criança. Maior surpresa ainda descobrir que dá para “acordar” o bebê falando perto do umbigo ou cutucando a barriga. Embora possa ser apenas uma falsa impressão, levando-me a a pensar como aqueles donos de cachorro que enxergam comportamentos humanos em qualquer interação do bichinho.

    Seja como for, falar com a barriga é um dos maiores prazeres da gravidez. Posso ficar horas falando as mesmas bobagens que se diz para bebês extra-uterinos, afagando e beijando a barriga — sim, tenho a esperança de que a menininha reconheça minha voz quando nascer. Outra coisa legal é encostar o rosto e esperar receber um chutezinho do bebê. É o mais perto que o pai consegue chegar.

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2 responses to “Falando com a barriga” RSS icon

  • Eu tenho conversado muito com a Cibelle na barriga da Paula. Tenho certeza que ela me escuta :-)

  • Minha avó lia esse livro pra mim – a meu pedido – sempre que eu ia na casa dela. Apesar de ser meio bizarro e brutal, a mensagem é simples e direta. Eficiência germânica.

    Abraços


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